(COMPLETANDO O TÍTULO DO ARTIGO) Matem os seres que seriam salvo às custas de um embrião congelado sem útero para se desenvolver que teria como destino o lixo sanitário.
Salve leitor! (ou leitora? devo eu iniciar todos os posts com as duas formas? ah, deixa pra lá).
Nada melhor que uma segunda feira fria pra começar a semana com o pé “direito”. E pra ajudar, receber notas de matemática… fuc**** shit!
Bom,vamos ao que interessa. Hoje tive que fazer das tripas o coração para terminar uma redação sobre células-tronco em quinze minutos para entregar. Até que saiu boa. Mas fiquei pensando na questão que não quer calar: onde raios deve terminar o tal “direito do cidadão”?
Poxa, acho que nenhum órgão da sociedade, que represente uma minoria (mesmo sendo uma minoria majoritária… é, ficou estranho, mas os 70% de católicos não são o bolo todo: apenas uma grande fatia) deve responder por toda a população de uma nação. Essa questão das células-tronco é delicada, pois envolve a discussão de onde começa a vida, a questão da ética, da moral, e por aí vai. Além do mais, existem católicos a favor das células-tronco caramba!
Pior que isso é ter que aceitar o fato de que muitas decisões que implicam atraso cultural, social, medicinal e tecnológico são decorrentes destas sanções das minor-majoritys. Fico P da vida ao saber disso. Vide questões relevantes como aborto, uso de métodos anticoncepcionais, pesquisas de clonagem e com células-tronco, testes com animais… viixe, são várias.
Não há como estabelecer um LIMITE para as pesquisas, para o desenvolvimento da tão aclamada Ciência Humana, que tenta explicar tudo. Nem o céu é o limite mais. Talvez quando encontremos outra “civilização”, outro povo, outro ser vivo inteligente (mais ou menos que nós) possamos entender o que é o LIMITE. Até lá, que nenhum ser humano seja vítima da falta de perspectiva das minor-majoritys.
Então, boa sorte cientistas brasileiros! Tomara que existam muitas células-tronco congeladas para que vocês desenvolvam novos medicamentos, curas e tecnologias, mesmo que a longo prazo. Milhões de vidas serão salvos (sim, milhões) e esse preço é incalculável. E não me venham com esse papo de que a vida começa na fecundação, ou antes dela, porque minha visão religiosa das coisas foi abolida a muitos e muitos séculos.
Ah, aposto que um católico fervoroso tornar-se-ia adepto da frente de liberação das pesquisas tronco-celulares se sofresse um acidente e ficasse tetraplégico. Ou ele iria esperar sentado a misericórdia divina ou dependendo, se fosse de outra religião, iria se conformar ao saber que foi um “castigo divino”.
Valeu,
streem
eis a batalha medievais X iluministas perdurando até hoje!
senhores religiosos X adoradores da razão.
quando de fato começa a vida?
eis a questão!
Sua irmã vive filosofando aqui hein ‘-’?